Seu quarto se tornava um mundo fechado, que apenas ela tinha a chave. Sentada, com a cabeça encostada na janela de vidro, ela olhava a chuva, e os respingos que entrava pelo canto da janela, molhava seu rosto, o vento era tão gelado que seus cílios ficavam frios. A chuva lhe trazia tanta paz, que até respirar era mais fácil. Aquela menina, tão dura, tão fria, tão fechada. Na verdade era quente e frágil, e isso transparecia na chuva.
Escrevia em seu diário palavras que não faziam sentido pra o mundo, mais para ela se encaixava perfeitamente.
A cada frase ela se sentia livre. As folhas não iria julga-la, nem zombar de seus pensamentos.
Ela fazia da chuva sua companhia... A chuva, não ia falar coisas que a machucasse, nem desacreditar de seus sonhos. Ela fechava os olhos e imaginava a paz, ao menos na sua imaginação era real.
Ela não fazia sentido para si mesma, mas aprendeu a decifrar seus próprios enigmas.


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Estamos falando de uma garota, que está escondida atrás de uma possível proteção. Mas que além dessa proteção, ela se mostra tão humana, e tão cheia de sentimentos e medos, como qualquer outra garota que não está tão protegida. Suas palavras seriam sua saída de emergência em meio ao mundo que não seria capaz de compreendê-la.
ResponderExcluirEnfim, acredito que cada uma de nós esconde uma garota como essa. A diferença quem sabe, seja a forma como isso é demonstrado a nós mesmas!
- Adorei teu comentário Juliana, você tem uma analise muito boa. Continue ativa no Blog Beeeijos
ExcluirQue texto maravilhoso! Beijos
ResponderExcluir- Obrigada Aline, Beijos *-*
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